Promessas adiadas também na Educação

PROMESSAS ADIADAS versus PROMESSAS PARA CUMPRIR

Em 2013, no âmbito da sua candidatura às Autárquicas, o Partido Socialista, através do então candidato Basílio Horta, identificou várias áreas como eixo privilegiado daquela que seria a sua intervenção, caso ganhasse.

Uma das eleitas na área da Educação, que constaria aliás no jornal de campanha, pela sua importância e impacto, prendia-se com o reforço do programa de distribuição gratuita de livros escolares.

Ora em 4 anos e igual número de orçamentos, com excedentes orçamentais nunca vistos que engordaram saldos bancários, também esta medida, que se inscreveu nas promessas do agora Presidente, não conheceu concretização. Aquilo que foi prometido ficou adiado e inscrito no rol das intenções.

Neste mandato, foi prosseguida a política social iniciada nos mandatos anteriores, sob iniciativa de Marco Almeida, que visava diminuir os encargos das famílias com a educação, através da oferta dos manuais aos alunos do 1º ciclo, mas nada mais.

Nem mesmo um ou dois manuais para os alunos do 2º ciclo. Nada! 

E nem sequer a circunstância de no início do ano lectivo 2016/2017 ter sido decidido pelo governo a oferta dos manuais a todos os alunos do 1º ano do 1º ciclo, permitindo que a dotação do orçamento municipal para tal consagrada não fosse despendida, motivou o Executivo actual a canalizar essa poupança para as famílias, aliviando o seu encargo.

A lógica revelou-se sempre a mesma: amealhar, amealhar…

Numa Câmara onde se apregoam os milhões e os apoios sociais, exigia-se mais!

E seria mais, porque representaria muito, aquilo que o “Sintrenses com Marco Almeida” defende, retomando aquilo que era também uma das suas propostas nas últimas Autárquicas e que agora naturalmente reedita com a mesma convicção, comprometendo-se a fazê-lo, ao contrário de Basílio Horta que, em 4 anos e com a folga orçamental que se conhece, não materializou também essa promessa, de que fez bandeira na anterior campanha.

A insinuação de que o tínhamos feito de forma inconsequente não colheu nem tem que colher. Quem lançou a medida, sabe muito bem do que fala e basta uma projecção para perceber o tamanho da despesa, perfeitamente acomodável no orçamento camarário: apostados em assumir o alargamento faseado da oferta, o encargo inerente à oferta dos manuais aos alunos do 5º ano, corresponderia a uma ordem de grandeza de 500.000 euros.

E o seu cumprimento gradual faz parte dos nossos compromissos.

CONNOSCO AS PROMESSAS SÃO PARA CUMPRIR!

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