"Câmaras sacam mais dinheiro às famílias" - Jornal Correio da Manhã

A divulgação hoje no jornal Correio da Manhã, do “saque” de dinheiro às famílias pelas Câmaras Municipais, não constitui verdadeiramente uma novidade para nós, na medida em que, no que se refere ao Município de Sintra, tivemos oportunidade durante estes quase 4 anos de defender maior justiça fiscal e comprovar o quanto significaria o alívio de alguns dos impostos para o rendimento familiar disponível, com destaque para o IMI, a aplicação cumulativa dos pressupostos do IMI Familiar e o IRS, através da diminuição da percentagem de comparticipação a que a autarquia tem direito.

Ainda para mais com a folga orçamental que foi sendo cumulativamente alcançada, a qual, para além de não ter sido reinvestida na melhoria da qualidade de vida dos munícipes, permitia, com toda a justeza, a acomodação desta medida de redução dos impostos, por que o Movimento “Sintrenses com Marco Almeida” sempre pugnou.

O sentido de responsabilidade com que sempre norteámos o exercício das nossas funções, levou a que fundamentássemos as opções defendidas e as contabilizássemos - para que não as classificassem como demagógicas – vertendo-as em Moções defendidas em sede de reunião camarária.

Apenas com base num exemplo duma família com um rendimento médio, a viver numa casa com um valor patrimonial dentro da média e com dois filhos, as contas não suscitavam dúvidas, revelando que a aplicação do que era defendido pelo Movimento “Sintrenses com Marco Almeida” geraria um benefício anual de 345,24€.
Para quem não tem muito, este pouco é muito!

Com a eficácia financeira a depender também das receitas próprias, o peso dos impostos cobrados no Concelho, dá uma ajuda inquestionável à classificação obtida pelo Município nesta matéria.

É caso para dizer que o lugar no pódium que este Executivo conseguiu nesta categoria e do qual se vangloria, considerando que “ (…) a solidez na gestão e nos princípios é reconhecida”, se faz também e sobretudo à custa dos Sintrenses e do quanto esta Câmara os impele a pagar, ao arrepio dos princípios de justiça social.

 

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