Líder do PSD manifestou-se confiante que o partido vai “tornar ganhar a Câmara Municipal Sintra” e prometeu estabelecer com Marco Almeida “uma parceria a partir do primeiro dia”.
O presidente do PSD e primeiro-ministro manifestou-se esta terça-feira convicto da vitória de Marco Almeida em Sintra, com quem disse querer estabelecer “uma parceria desde o primeiro dia” em áreas como a mobilidade, habitação ou segurança.
Luís Montenegro juntou-se esta terça-feira aos candidatos do PSD em Cascais e em Sintra e, neste último concelho, enalteceu o facto de Marco Almeida ter o apoio de vários partidos (IL e PAN) na terceira vez que concorre ao município.
“Nós nesta coligação colocámos o interesse das pessoas acima de qualquer outro, abrimos a coligação à participação de outras forças partidárias, mas sobretudo à participação de pessoas que não têm partido, pessoas independentes”, sublinhou.
O líder do PSD manifestou-se confiante que o partido vai “tornar ganhar a Câmara Municipal Sintra” e prometeu estabelecer com Marco Almeida “uma parceria a partir do primeiro dia”.
“Em primeiro lugar, maior mobilidade, transportes que possam contribuir para que as pessoas percam menos tempo quando têm de ir trabalhar e regressar à sua casa”, disse, assegurando que o Governo está também empenhado em garantir que a Câmara de Sintra tenha “instrumentos para poder investir na habitação, na educação, na saúde”.
Em Sintra, repetiu também a prioridade do Governo à habitação, em parceria com as autarquias, e deixou a mensagem que já tinha passado no interior do país.
“Nós muitas vezes temos a obrigação moral, patriótica, de não deixar os territórios com menos população abandonados, de proporcionar lá as mesmas oportunidades a todos, mas isso não pode significar que não tenhamos o mesmo espírito de solidariedade com os territórios como é este onde nos encontramos, onde há mais densidade populacional”, frisou.
Montenegro apontou a segurança como “outra trave mestra da política pública” do Governo que disse querer desenvolver “em coordenação com a Câmara Municipal, para que as pessoas sintam que verdadeiramente podem andar na rua”.
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